O objetivo é simples, embora audacioso: a tentativa de relatar, analisar, discutir, confrontar, criticar e respeitar tudo aquilo que permite admiração ou repulsa nos sons, nas telas, nos palcos e nos livros da vida.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Cê tá pensando que sou loki?
Ontem assisti ao filme "Loki", sobre o Arnaldo Baptista, com direção de Paulo Henrique Fontenelle. Acompanhado. Ao final da sessão, o silêncio. Durante os créditos finais, durante a saída da sala, numa visita ao banheiro, no caminhar para o carro. Estávamos emocionados, reflexivos. Preenchidos, eu acho. Naquele momento, as palavras não tinham serventia. Ainda agora, penso. Alguém, algum dia, deve ter dito: "Arnaldo, sua vida dá um filme". E deu, cara! Um filmaço. Genialidade, loucura. Vai ver não há muita diferença entre uma coisa e outra. É loki mesmo. Não aquele deus da mitologia nórdica, de mesmo nome. Mas o loki da mente, do corpo, do espírito. Que bom que os lokis existem.
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